Biblioteca da Tati

Quando criança, sonhava em ser editora de livros. As palavras sempre despertaram em mim um magnetismo instantâneo. Por isso, também, acredito que acabei optando pelo jornalismo.

Os livros foram bons companheiros durante a adolescência. Neles encontrei respostas para o que sabia que sentia e para o quem nem sabia que guardava.

Tudo começou com os quadrinhos, depois viram os romances juvenis, as crônicas, as biografias e hoje já é de tudo um pouco.

“Distopias, uma paixão. Livros com fundo mitológico ou base filosófica, um fascínio. Realismo fantástico, uma necessidade. Romances em geral, meu dia a dia.”

A verdade é que eu gosto de viver com um livro “na cabeça”. A sensação de estar vivendo e ter a certeza de que há outra história, que nem é a minha, discorrendo na velocidade que eu descido naquele mesmo tempo, é incrível.

O poder de empatia que os livros nos proporcionam é inigualável.

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